Por: Pedro Paulo Costa As folhas começam a cair e penso que vai chover, parece O utono mas ainda não é, o vento frio começa a soprar parece até mesmo que vai chover... As folhagens vem balançando no ar em ritmo lento numa sinfonia que julgo escutar, percebo agora que uma garôa fina vem cobrindo essa relva com cheiro de rosas margaridas e jasmins, enquanto estou diante desse encantamento, parece mesmo que o inverno chegou... A chuva fina começa enfim a cair e me encontro contemplando essa melancólica cena, e agora fico deduzindo porque lá fora o tempo não está tão frio assim, enquanto creio que aqui dentro o inverno começou já faz muito tempo... Obs: Esse poema de minha autoria está regstrado no meu caderno de rascunhos e data de 28/08/79.
Por: Pedro Paulo Costa Eu não tenho expectativa de viver por 90 anos, mas, quero viver com prudência... Espero que a velhice não seja pesada, não me preocupo com o futuro... Eu não crio fantasias, não temo decepções estou calejado, fico calado me equilíbrio na razão, não espero nada de ninguém, sou de paz... Quero envelhecer, e encher o peito de alegria, amo arte e poesia aprendi com os dias, que a maior frustração na vida, é ficar esperando muito das pessoas, não costumo correr atrás do vento... Eu não quero ser um viajante procurando a luz, na escuridão em meio a tempestade, detesto olhar para trás, o passado é um fantasma, o amor é a arma que uso, e é a única palavra que procuro dizer, Eu não quero remendar retalhos, a vida é curta não vou perder tempo, e levar rasteira a vida é passageira, e a gente descobre que não sabe de nada...
Por: Pedro Paulo Costa Porque não me faz pensar a brisa que a gente vive e não pensa, sim... e pensando-se que vivendo assim tudo o que acontece se realiza... Nas lutas a gente se desvanece e busca ter fé, pra gente perder o medo necessário somente é, saber daquilo que a gente ainda desconhece... Ilusões... no que eu penso, que transponho, meus pensamentos e chegar ao sonho no meu quarto tão escuro e sem afeto... Chove no entanto, e penso ao travesseiro na chuva que vem desabar sobre o teto desse tão meu solitário desespero... Obs: Esse meu soneto data de 20/10/1975, quando eu residia na Cidade de Vargem Alegre, que era um distrito de Caratinga-MG, a Cidade onde nasci.