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Mostrando postagens de maio, 2025

Passa a vida...

Por: Pedro Paulo Costa Passa a vida  passa o tempo e tudo aquilo  que esperava ter... Penso em tudo  que vai passando  enquanto a vida  vai marcando  algo que eu  já não esperava ter, e enquanto  a vida  vai se passando, fico aqui esperando  na espera de viver... Passa a vida  e ela passa  e fico procurando  não desesperar... porque estou vivendo  na espera arranjando tempo pra poder sonhar... Passa a vida  e ela passa, enquanto estou perdido procurando  te encontrar... Passa o tempo e fico a esperar, que ainda viva  pra encontrar a sorte, poisois o desespero  da vida  é a morte, minha vida  agora É só sonhar... Passa a vida  e tudo aquilo  que esperava ter, enquanto a vida  vai marcando  algo que  já não esperava ter... Passa o tempo...  e enquanto a vida  vai se passando, fico aqui  esperando  na espera de viver... Passa a vida  e ela...

Filhos

Autoria: Maria Helena Costa Sonhei com os filhos da gente, Com o som da harpa, arranjando, A sinfonia de nosso amor mais ardente, Cantando os filhos da gente... Gente de todas as cores... Gente de todas as raças... Gente de todos os jeitos... Gentes, que vieram da gente... Que nasceram dos sonhos da gente, Filhos dos sonhos... Filhos da terra... Filhos do peito... Filhos como aquela flor que se chama amor perfeito. Filhos nascidos dos nossos desejos, os mais insatisfeitos... Porque todos os dias refeitos... Nosso sonho... Nosso jeito,  Essa gente, Filhos do mundo sem leito, Que bate no nosso peito... Obs: MARIA HELENA COSTA, autora desse lindo poema, é psicóloga e psicanalista, colaboradora desse Blog, tem uma família maravilhosa e reside em Belo Horizonte-MG.

Na fazenda do vô Zé Luiz...

Por: Maria Helena Costa  Que bom seu moço, esse cheiro de capim de fazenda! O barulho da cachoeira, o chão coberto de melão. Melancia esparramada, grilo cantante na madrugada, Muito vaga-lume piscando, e muita floreira no chão.   Da varanda do vovô Zé Luiz, a mais bela visão, No tilintar daquele sino, até os bicho vão... Galinhas cantando "tô fraco", e ciscando canjicão, Madrinha Kikita mexendo feijão e muita goiabada cascão! Naquele tacho de cobre, as goiabas populavam, Do paiol debulhava-se a mais bela canção. Enquanto as crianças cantavam e pulavam, Cobriam as belas pérolas negras, as jaboticabas, aí que bão! Andar de noite na roça, tendo o luar como luz, Recobriu a minha infância, alargou o meu espaço. Assim aprendi a amar a chuva, as flores e os frutos, Pisar firme em qualquer terra, e a florir em cada estação. Obs: Maria Helena Costa, autora desse poema é psicóloga, psicanalista, é colaboradora desse Blog e tem uma família maravilhosa. Reside em Belo Horizonte.

Da cadeira o recomeço

                          Do Livro:          Cacos nas mãos do Oleiro  Por: Pastor Cleber Farias  Sentado, sozinho, num canto sem cor, Ferido na carne, no peito, na dor. Os dias passavam sem brilho ou alento, A alma calada, o rosto ao relento. Mas mesmo nas sombras, havia um olhar, De alguém que acredita, que sabe esperar. Com gesto e cuidado, com pão e com mão, Renasce no homem um novo coração. A barba se alinha, o olhar ganha luz, A vida cansada se achega a cruz. Do pó se levanta quem muitos negaram, Agora é espelho dos que se salvaram. Não é só mudança que a foto revela,  É graça que cura, é mão que tutela. De um antes ferido, agora se vê, Um rosto erguido, dizendo: "Voltei" OBS:  PASTOR CLEBER FARIAS, autor desse poema, é o idealizador do Projeto Assistêncial Casa Viver em Cristo, que abriga moradores em situação de rua, e viciados, que está situado no Bairro São Francisco e...

Entre o nosso olhar...

Por: Pedro Paulo Costa  Estou tentando  olhar pra dentro  dos teus olhos  pra tentar descobrir  porque tenho  te olhado tanto,  e queria  entender  o que isso  causa em mim, e fico  olhando  para os teus olhos  procurando  encontrar neles  alguma coisa  que não me disseste... Fico procurando  descobrir  que tanto mistério  pode haver  quando nos olhamos, e que tanta ternura  teima existir  entre o nosso olhar, e vou marcando  o tempo que gasto  te observando... Ficou procurando  entender  cada dia mais  porque fico te olhando tanto, e porque motivo  quando nos olhamos  um grande silêncio  se faz  entre nós dois, mas vou ainda  continuar vidrado  te olhando, tentando desvendar que tantos segredos  podereriam ter  entre o meu e o teu olhar... Obs: Esse poema de minha autoria está registrado no meu caderno de rascunho...

Dos vôos da vida

      Autoria: Maria Helena Costa Tem um negócio que dói, Dor de ser onde não sou, Dor de ser o que jamais sou, Dor de saber que não sou... Tem um negócio que dói, Dentro do peito que pulsa, Num lampejo malfazejo, Nas entranhas coisa estranha... Tem um negócio que dói, Faz tempo e nunca sai, Parece da vida, mas sem vida, Quase me deixa e nunca vai... Tem um negócio que dói, Dor de ser um estranho ser, No mundo que me habita, Estar não estando jamais... Tem um negócio que dói, Faz-me sentir estrangeira, Em cada dia que se faz, Atravessa-me inteira... Tem um negócio que dói, E ninguém irá saber, É dor que nunca sai, É dor que não tem ai... Tem um negócio que dói, Por ser um pedaço do ser, Que me introduz neste ai, Independente da vida que se esvai... Obs: Esse lindo poema é de autoria da MARIA HELENA COSTA, que é psicóloga e psicanalista. Teve essa linda inspiração. Ela tem uma família maravilhosa e reside em Belo Horizonte.

FINITUDE

Por: Maria Helena Costa Tudo declina, esgota, nesta vida que se esvai, Das pedras as mais lindas, dos gorgeios os mais amenos... Dos vulcões os mais bravios e os mais doces ventos... As dobras desenham os corpos e se encorpam, Nas cravadas rugas que os anos inventam, Tatuagens marcadas... Impingens dos tempos... Somos seres tendentes a decrepitude, Contornados em nossa finitude. Humus que aduba as terras... Mas qual finitude é mais danosa, Do que viver sem poema, poesia, verso ou prosa? Donde todas as almas emergem... airosas! Obs: MARIA HELENA COSTA: É uma psicóloga e psicanalista muito especial, tem uma família maravilhosa e reside em Belo Horizonte.

INVERNIA...

Por: Pedro Paulo Costa  As folhas  começam a cair e penso que vai chover, parece O utono mas ainda não é, o vento frio  começa a soprar  parece até mesmo  que vai chover... As folhagens  vem balançando no ar em ritmo lento  numa sinfonia  que julgo escutar, percebo agora  que uma garôa fina  vem cobrindo essa relva  com cheiro de rosas margaridas e jasmins, enquanto estou  diante desse  encantamento, parece mesmo  que o inverno chegou... A chuva fina  começa enfim a cair e me encontro  contemplando  essa melancólica cena, e agora fico deduzindo  porque lá fora  o tempo não está  tão frio assim, enquanto creio  que aqui dentro  o inverno começou  já faz muito tempo... Obs: Esse poema de minha autoria está regstrado no meu caderno de rascunhos e data de 28/08/79.

KARDIA

Por: Pedro João Costa     *    Nunca somos tão indefesos contra o sofrimento como quanto nós amamos.     *    O amor maduro diz: preciso de você, porque amo você.     *   O fato da consciência humana  permanecer infantil por toda vida é o âmago da tragédia humana.     *   A ânsia do poder e o desejo do poder é originado pela fraqueza. Obs: Pedro João Costa é um primo e irmão, muito especial. É colaborador do Blog Conhecer e Saber desde o ano de 2010 e Reside em Caratinga -MG. Obs: A palavra KARDIA é uma palavra que no original grego significa: Coração.

Futuro da Humanidade

Por: Rosiane Freitas Vejo as pessoas caminhando em marcha, todos em um passo ritmado em direção ao um nada. Todos os dias elas saem de suas tocas, e com seus sons ritmados aos ouvidos, continuam a marchar! Andam nas ruas desapercebidas, como zumbis das cenas dos filmes e séries, sem perceber o que está na sua direção, ou sem saber o que estão a buscar, mas seguem na direção de um nada. Perdem seus pertences pelos caminhos e não se dão conta, perdem a oportunidade de conhecer uma história bonita e nem se preocupam, perdem o tempo com suas telas e não se cansam.  Me pus a questionar, para onde estas pessoas vão todos os dias, com estas marchas sincronizadas?! Onde elas chegaram com o passar do tempo? Será que alguns olharam para os lados e deixaram de marchar? Será que alguns despertaram da hipnose e caminham em passos contrários? Ou alguém dessas marchas sabe para onde vai? Este poderá ser o futuro da humanidade, em passos de formiga, com suas telas nas mãos, seus sons nos ouvid...

REFLEXÃO...

Por: Pedro Paulo Costa    "Eu não preciso        vestir          a farda da religião               pra confessar a minha fé". Obs: Esse meu pensamento surgiu quando eu escrevi e publiquei um texto com o título REFLEXÃO, no meu Blog Conhecer e Saber. Foi no dia 04/08/2010.

ALCINA

POR: Maria Helena Costa             Parte - 1   A VIDA NOS VÔOS 18- Alcina  (um poema que não quer acabar) Esta é a sua sina Alcina, Florescer em mil jardins, Crescer e arar a terra, Produzindo flores mil. Margarida, Sempre - Viva, Miosótis, Cravo, Açucena. Vileta e Orquídea, Lírio, Antúrio, e Gerânio. Rosa toda formosa, Exalando odores mil, Copo de leite eterno, Nossa maior delícia! Mulher forte e guerreira, Charmosa e talentosa, Viva a vida da Alcina, Belo ramo... linda floreira!... Obs: Esse poema é uma inspiração da minha irmã, Maria Helena Costa. Ela é Psicóloga e Psicanalista, tem uma família maravilhosa. Obrigado essa contribuição pra enfeitar o Blog. .

Um amor para recordar

                     Por: Rosiane Freitas Conheci naquela tarde, quem meu coração quis amar! Lindo e radiante como o sol e atraente como as ondas do mar. Será que estava escrito nas estrelas? Será que aquele era o momento de te encontrar? Existe mesmo alma gêmea; Ou é apenas um sonho e ele veio me visitar?     Que saudades do seu beijo,     E no seu peito poder recostar     Segurar na sua mão e viajar no seu olhar! Fecho os olhos todos os dias, e sempre volto naquele lugar, Lembro do som da sua voz, e cada palavra eu quis guardar! Pra nunca te esquecer e contigo sempre estar.      Penso em ti todos os dias;      Te espero ainda naquele lugar,      E poder dizer eu te amo e no seu abraço me afagar. Ah, saudade cuidado pra não me machucar! Porque só tenho um coração, E bate forte toda vez, procurando uma razão pra continuar a te esperar, novamente naquele lu...

Chovia muito...

Por: Pedro Paulo Costa Porque não me faz pensar a brisa  que a gente vive e não pensa, sim... e pensando-se que vivendo assim tudo o que acontece se realiza... Nas lutas a gente se desvanece  e busca ter fé, pra gente perder  o medo necessário somente é, saber  daquilo que a gente ainda desconhece... Ilusões... no que eu penso, que transponho,  meus pensamentos e chegar ao sonho no meu quarto tão escuro e sem afeto... Chove no entanto, e penso ao travesseiro  na chuva que vem desabar sobre o teto  desse tão meu solitário desespero... Obs: Esse meu soneto data de 20/10/1975, quando eu residia na Cidade de Vargem Alegre, que era um distrito de Caratinga-MG, a Cidade onde nasci.