Vasto vazio...
Por: Pedro Paulo Costa
Nada é tão igual
Quanto o amor...
Às vêzes tão divino,
E que ironia
Às vêzes maldito...
Nada é como
O amor,
Que algumas vêzes,
Gera vida...
E outras vêzes
Fere...
Não desejo
Repetir o teu nome,
Prefiro andar só
Pelas ruas ao sabor
Do vento...
Prefiro,
Não ver o teu riso
Que sôa falso agora,
Dentro de mim...
O seu olhar
Se desviou do meu,
Como quem
Se despe...
Você se foi
Sem olhar para trás,
E eu entendi
Que nada mais
Teria valor pra nós...
O amor
Que me importa,
Reside na cumplicidade...
Ele não sobrevivi
De ausência...
Amor que satisfaz,
Nunca nasce
No vazio,
Ele vive de presença...
Obs: Esse texto faz parte das reflexões que tenho feito e guardo registradas no meu arquivo.