Benzinho...

Por: Pedro Paulo Costa 


Oxênte!...
Eu fiquei avexado!...
E até abestalhado...
quando encontrei 
aquela coisinha linda...
Linda de fazer dó...
Fiquei avexado que só...

Oxênte!...
Foi exatamente, 
no inverno...
O tempo estava 
meio friozim...
Eu estava tão sozinho,
Mas, achei enfim...
o meu benzinho!...
,
Oxênte!...
Foi lá na cidade
Num forró...
que eu deparei 
com aquela mulher,
quero ela pra mim...
Mas que xodó...
Estou apaixonado...
Vou falá sinceridade...
Quero casar com ela!...

Oxênte!...
Passei tanto tempo 
Procurando encontrar,
um benzinho...
Pra eu cuidar dela...
Pra ela cuidar de eu...
Ela apareceu na hora,
pra gente se acertá!...

Oxênte!...
Quando eu estou 
do lado dela,
fico bem à vontade...
Vou dizê a verdade...
Eu me sinto maduro...
Ela é o meu farol...
E meu porto seguro...

Oxênte!...
Eu tenho tanto motivo, 
pra ser feliz...
O meu benzinho, 
é o meu colibri...
E eu sou como 
um passarinho prêso,
na gaiola dela!...

Oxênte!...
Vou falá assunta só,
eu vou namorá ela...
Vou de novo no forró,
pra gente dançar...
Fiquei encantado...
Se for só um sonho...
Deixa eu sonhar...

Oxênte!..
Eu precisava tanto,
de um benzinho...
Ela chegou devagarinho...
Virou flor,
no meu jardim...
Que amor...
Ela vai cuidá de mim...

Oxênte!...
Estou alegre até...
Assunta bem,
o que vou dizer...
O meu benzinho,
é o meu céu...
Eu nunca vi 
uma coisa tão dôce...
E mais dôce que o mel...

Oxênte!...
Eu peço que ôçeis...
Não se avexem não...
Não quero causar inveja,
em ninguém...
Vou dizê na sinceridade,
eu quero felicidade,
pra ôçeis também!...




Obs: Esse texto faz parte das reflexões que tenho feito e guardo registradas no meu arquivo.

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