Amargura...
Por: Pedro Paulo Costa
Amargurado que fui e que nem sei,
é que nessa angústia me debato,
por não querer do amor ingrato,
que já não sinto e já nem pensei...
E hoje que pensava tão sozinho,
fico imaginando porque só agora,
o meu pensamento se descora,
nesses versos que fiz a caminho...
Porém meus brados agora entregue,
nessa aliança desvairada obscura,
deste ser que tão solitário segue...
Ah sei, não compreendes quão pura,
a falsa razão que tiveste não negue,
tu fizeste do meu pranto amargura...
E hoje que pensava tão sozinho,
fico imaginando porque só agora,
o meu pensamento se descora,
nesses versos que fiz a caminho...
Ah sei, não compreendes quão pura,
a falsa razão que tiveste não negue,
tu fizeste do meu pranto amargura...
Obs: Esse soneto de minha autoria está registrado no meu caderno de rascunhos e data de 16/10/75.