Perceber...


Por: Pedro Paulo Costa 



Não sabes ainda 
o quanto 
preciso de ti,
mas não posso 
nem devo 
criar esperanças
de tê-la 
como desejava ter...
o que trago 
guardado em mim 
é tão somente 
uma tempestade 
de emoções,
não quero 
que perceba
em mim coisa alguma,
pois nada,
nada mesmo poderia 
dar-te agora...

Espero 
que não escondas
aquilo que sentes 
por mim,
repare apenas 
o silêncio 
que pode haver 
entre nós dois 
quando te contemplar,
só quero 
que perceba 
quanto te desejo,
repare ao menos 
o que sobrou no ar...

Repare e veja 
como anseio 
pelo teu olhar,
deixe-me novamente 
ver-te,
e por alguns instantes, 
sinta como te quero,
e já não mais 
direi a ti 
palavra alguma,
pois verás 
que meus olhos 
haverão de te dizer, 
tudo aquilo 
que ainda 
não pudeste perceber...

Espero 
que não escondas 
aquilo que sentes 
por mim,
repare apenas 
o silêncio 
que pode haver 
entre nós dois 
quando te contemplar, 
só quero 
que perceba 
quanto te desejo,
repare ao menos 
o que sobrou no ar...

Repare e sinta 
como anseio 
pelo teu olhar, 
deixe-me novamente 
ver-te,
e por alguns instantes,
sinta como te quero 
e já não mais 
direi a ti 
palavra alguma,
pois verás 
que meus olhos 
haverão de te dizer 
tudo aquilo 
que ainda 
não pudeste perceber...







Obs! Esse poema de minha autoria está registrado no meu caderno de rascunho e data de 12/10/1979.

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