Fatalidade...
Por: Pedro Paulo Costa
Se nestes versos teu pensamento
pousar, contente apenas de os ler,
não me procures compreender,
nem tente decifrar o meu tormento...
É estranho que não te procurei,
estranho que não me procuraste,
assim, sabendo que me amaste,
por muito tempo ainda te amei...
Hoje me desvaneço ao recordar,
e por não entender porque, quem
e por não entender porque, quem
sentiu o que sentimos não pode amar...
Sofri calado esse fadado mal de amor,
e agora sei que sofreste também,
a vida é assim sei, um rosário de dor...
Obs: Esse soneto de minha autoria está registrado no meu caderno de rascunhos e data de 17/10/1978.