Horas...
Por: Pedro Paulo Costa
Minhas horas... Sim...
São nelas que vivo
Que amo, que sofro,
Que oro, que choro...
E às vezes clamo
Clamo por você,
Para que venhas torná-las
Menos tristes, menos vazias...
Mas, é ainda nestas horas
Que sinto...
Estou só, só e sem você...
Minhas horas... Sim...
Horas tão sombrias
Tão longas e tristes...
De angústias: distância
De tristezas: saudade
De certezas: você...
Minhas horas... Sim...
Também são nelas,
Que com alegria relembro
Os segundos e minutos
Do nosso amor...
Obs: Esse poema que data do ano de 1965, foi uma inspiração minha que estava registrado num papel e estava nos arquivos do meu irmão que me enviou gentilmente. Ele reside em Caratinga-MG.