TIO VIRGILINO
Por: Maria Helena Costa Tio matuto de largo sorriso no rosto, Homem de um braço só. Carregava dos amores os mais ardentes, Reluzindo na alma da gente. Ah! Coisa ardorosa e cheirosa, Das lembranças as mais gostosa, É ouvir as suas histórias da roça, Sentir seu carinho que ainda roça. Na pele, na mente e no coração, Tio Virgilino, caipira matuto, "Home" que na terra plantou, Além de "mio" e feijão... Essa saudade de então... Que semeia no meu chão, As sementes por ele plantadas, Que brotam agora! Regadas... Obs: Esse lindo poema é de autoria da minha irmã Maria Helena Costa, colaboradora desse Blog, que é Psicóloga e Psicanalista, tem uma família maravilhosa e reside em Belo Horizonte-MG.