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Mostrando postagens de julho, 2025

ALMA SOLTA

Por: Maria Helena Costa  Não deixo a minha alma presa, Cá dentro desse meu peito, Penso as saídas que posso, Misturo pé no chão com paixão. Ainda que eu sofra um bocado, Por todos os amores desfeitos, Quero arder desse fogo, E habitar na minh'alma solta. Sou uma borboleta perdida, Sou uma mariposa ardente, Invento qualquer guarida, Prá essa dor que dói latente! Posso soltar a alma, Ainda posar com calma, Do meu vôo sempre imperfeito, Embora insistentemente refeito! Obs: Esse lindo poema é de autoria de Maria Helena Costa, minha irmã querida e colaboradora desse Blog, ela é Psicóloga e Psicanalista, tem uma família maravilhosa e reside em Belo Horizonte-MG.

BORBOLETRAS

Por: Maria Helena Costa  Transformo tudo em borboletas, As pessoas, as coisas e o tempo, Vejo-as lindas... coloridas, Azul, branca, bonina e lilás! Borbonhocas pras minhocas, borbodor, Borbomãe, borbopedra, borbobem, Borboleta, borbopai, borboflor,  Borboletras, borboletas, borbamém! Na vida somos compositores, Somos nós próprios os atores, Podemos voar mansos e livres, Ou cair nos braços das dores... Antes da hora não é hora, depois da hora já passou, Cai no colo da vida, transformei fel em flor, Virei mago, violeta, borboleta... Borbobem, borboleve, borbalegre... Obs: Esse lindo poema é de autoria da MARIA HELENA COSTA a minha querida irmã, que é psicóloga e psicanalista, colaboradora desse blog, tem uma família maravilhosa e reside em Belo Horizonte-MG.

EU VI TEU CLAMOR

Por: Pastor Cleber Farias  Lá de cima, onde o céu não tem fim, Meus olhos percorrem a terra sem cessar. Entre multidões, ruídos e poeira, Vi você... Sozinho... A se ajoelhar. Tão pequeno parecia aos olhos do mundo, Mas teu clamor ecoou pelo trono eterno. Tuas mãos no chão, teu rosto na terra, E o céu inteiro silenciou o inferno. Vi tuas costas curvadas não por fraqueza, Mas por reverência, dor e esperança. O que ninguém entende, eu conheço bem: A alma cansada que ainda dança. Você não está só, mesmo quando não sentes, Cada lágrima tua Eu conto com zelo. Chamas por mim de um chão rachado, E Eu respondo do Meu Castelo. O mundo te ignora, mas Eu te vejo, Os homens te julgam, mas Eu conheço. Enquanto clamas com peito ferido, Eu preparo cura, mesmo em silêncio. Não é a força dos grandes que Me comove, Mas o gemido dos pequenos em fé. Porque onde o homem vê pó e miséria, Eu vejo ouro que o fogo refaz. Levanta, filho, pois ouvi tua oração, Teu grito atravessou nuvem e céu. E mesmo que o m...