Turíbulo
Por: Pedro João Costa
Tenho de ir.
Nem tenho rumo, como ir ?
Ah! Enganamos a nós
mesmos.
Desejo de ficar
é por conta
de alguma alegria,
ou espanto do bom
ou prosa sem fim.
As coisas que se carece.
São puras e simples
e que sempre tá com o irmão.
De nada adianta
o tudo, vira ilusão,
de você, amigo,
não me despeço, por emoção.
Deixei portas e janelas
a entrar o sol.
Vou ali, volto já
gente da sua espécie
ninguém quer se desligar.
Guerreiro da melodia,
de poemas, arte e diversão.
Que divide por noite agora
encantos de viola,
que une diferentes,
em plena comunhão.
O tempo que vira-vira,
precisa paciência.
É ele quem nossa ausência,
marca,
tempo de voltar.
Obs: Pedro João Costa, é colaborador desse Blog, desde o ano de 2010, é um primo e amigo, esse poema foi editado no meu Blog: Conhecer e Saber.
https:conhecimentoerazao.blogspot.com/ turibulo