SIMONIA
Por: Pedro João Costa
E que não era de ser assim!
de tão distante terra,
a criança-quimera Flor-Branca
primavera do meu jardim,
... silêncio inebriante,
do nada, a dor de desmontes.
Pequena reluzente,
verdejante olhar.
Pomar de cheiro e sabores,
fios e raios, cabelos ao sol
Pele rosada
Cachos em caracóis.
Sorriso d'amaré,
prateado ao luar.
... constelação tem mais estrela,
mais um anjo no coral.
Dedilhar cordas suaves da viola,
sim de saudade ao encontro
encanta o desejo
braços dados
esperança.
Alma-menina alcança
no toque singelo,
melodia e voz.
... bailam afortunados à sina,
os arrodeados por ti.
Obs: Esse poema é de autoria de Pedro João Costa, ele é um primo e amigo, colaborador desse Blog desde 2010. Reside em Caratinga-MG.