Recordar é sofrer...
Por: Pedro João Costa
Sucumbe em vestir de saco
e das cinzas
pra dizer as coisas que quero.
Erquer.
Levantar.
Mencionar.
E levantar o estático,
estratificar
sem rumo galgar
cada camada
uma verdade acabada
busca, que não quero mais.
Recordações atrozes
memórias velozes
sofrer overdoses.
Bastante! Quero luz.
Não o brilho dos caprichos
de ser
um ser a minguar
Quero trazer à memória o que
pode me dar esperança.
Portanto creiam
pois a fé, já não é de todos.
E temos sorte se agora é aqui.
Lembrem e perdoem-me pois
quando tenho que explicar
minha comunhão com Deus
eu a perco.
Lembrem-se. Alegrem-se.
Obs: A autoria desse poema é de Pedro João Costa, meu primo, amigo e colaborador desse Blog. A data do poema é de 06/12/2010.