ETERNIDADE
Por: Pedro Paulo Costa
Mora em mim,
alguma coisa
que não é uma quimera
ou ilusão,
sei porém que isso
não é um desejo
de viver apenas
que mora em mim...
É como uma coisa forte,
mais forte
que meros mortais
não poderiam
entender,
e é como a fome
e a sede
que não se consomem..
Mora em mim
Ah, sei...
habita em mim
uma coisa intrigante
que deverá revelar
ainda um dia,
quem semeou
nos meus sonhos
mais velados,
esse desejo
de um viver pulsante
que mora em mim...
Mora em mim
ah, sei...
habita em mim
uma coisa inquietante,
que vai muito além
do infinito
e pensei que pudesse
dominar...
sim, sei...
que mora em mim
uma coisa estranha,
que invadiu
o meu interior
e fez brotar em mim
esse encantamento,
que vem despindo
despindo,
minha alma nua
de uma existência tocante
que não vivi ainda..
Mora em mim
Ah, sei...
habita em mim
uma coisa intrigante
que deverá revelar
ainda um dia,
quem semeou
nos meus sonhos
mais velados,
esse desejo
de um viver pulsante
que mora em mim...
Mora em mim
sim, sei...
que habita em mim
uma coisa estranha,
que invadiu
o meu interior
e fez brotar em mim
esse encantamento,
que vem despindo
despindo,
minha alma nua
de uma existência tocante
que não vivi ainda..
Obs: Esse poema de minha autoria, data de 31 de Dezembro de 2010. Foi postado no meu Blog Conhecer e Saber. Fiz algumas correções na sua primeira publicação.