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Mostrando postagens de setembro, 2025

...Poesia...?

Por: Maria Helena Costa  Poesia é pensamento, Que pula da alma da gente. Somos afetadas por elas, No corpo, no coração e na mente. Poesia é como crianção, Rolando e morrendo de rir. É como asa de pássaro, Beija flor, rouxinol e bem-te-vi! Poesia, alimento nobre Dado a qualquer um. Basta se deixar levar, Para daí fluir. Poesia, alegria indiscreta, Desafia a desesperança. Eterniza a primeira boneca, Quarda qualquer lembrança! . Obs: Esse lindo poema é de autoria da minha irmã, MARIA HELENA COSTA, Psicóloga e Psicanalista. Ela tem uma família maravilhosa e reside em Belo Horizonte-MG.

Não nasci...

Por: Pedro Paulo Costa  Não nasci  pra viver cabisbaixo, quero  tirar da jaula meus pensamentos  mais puros e soltá-los  como pétalas  de rosas, pra perfumar ao redor de mim... não nasci  pra esconder  meus sonhos  mais secretos cheio de cores  como de um arco-íris  No horizonte... Não nasci  pra ser profeta  nem mestre, ninguém enxugou  minhas lágrimas, ninguém vai tirar minha paz, ninguém viveu como vivo... aquilo  que toca  minha alma direciona meu caminho... a única coisa  que tenho medo  é não poder  viver os meus sonhos... Não nasci pra ficar assim  escondido calado, quero dizer  que sou fugidio, cansei das mágoas... o que quero  é ser alguém que tenha sempre  algo p ra dizer, que devo ser sempre  mais humano, sem a p retensão de dizer  que sou o melhor sem querer  ser o maior... Obs: Esse poema de minha autoria,  faz parte das reflexões que tenho ...

PRISÃO SEM GRADES

Por: Pastor Cleber Farias  Entrei por vontade, por curiosidade, Achei que era escolha, não vi a maldade. No riso fingido, na brisa vazia, Perdi meus pedaços, perdi minha alegria. Hoje olho para o espelho e mal me reconheço, Sou sombra de um homem que um dia conheço. O mundo que abracei com tanta ilusão, Agora me prende, sem dó sem perdão. Eu quero sair, eu grito, eu choro, Mas ele me prende de novo, eu imploro. É como se a alma tivesse acorrentada, Cada recaída, mais uma pancada. "Porque entrei "? Me pergunto sem dor, "Será que um dia serei vencedor." Quero viver, quero fé, quero paz, Mas tropeço sozinho e a alma se desfaz. O pensamento é guerra, o peito é prisão, O vício é carrasco, cruel, sem perdão. Mas dentro de mim ainda resta um clamor, Um grito abafado pedindo ao Senhor. "Me tira daqui, me ensina a andar, Mostra o caminho pra eu recomeçar. Pois mesmo quebrado, ferido sem luz, Ainda há esperança... Se eu tiver Jesus." Obs: Esse poema faz parte do liv...

Recordando...

Por: Pedro Paulo Costa  Vejo teu olhar no meu olhar disperso, Que no meu pensamento ora vagueia, E que no meu peito essa chama incendeia, Toda saudade que se fez em versos... Foi num só momento por ventura, Entre o riso sem chegar no pranto, Que tua imagem veio como por encanto, Pra me trazer toda essa ternura... Nem sei agora porque estou a recordar, Aquele brilho triste que o teu olhar, Deixou o meu olhar aceso e nem agora sei... Vivo essa lembrança tua que colhi, Sem saber no entanto se eu te encontrei, Ou se foi mesmo que eu já me perdi... Obs: Esse meu soneto, faz parte do caderno de rascunhos que tenho guardado faz um tempo. E foi uma composição que data de 10/03/1978.

PELEJA

Por: Maria Helena Costa  Quem nunca teve uma peleja? Ou um gigante a lhe pisar? Quem pequenino que seja, Não tratou de ressuscitar? Se você pensa que lutar  É ter arma em punho, Lamento em lhe dizer "cumpade" Sua luta já está perdida! Cada pessoa é artista, Ao modelar a sua vida, Ou a pintar com arte e cor, Todo e qualquer dissabor. Se jogou pedras, eu joguei flor, E assim arrumei muitos amores. Se o mundo te bater inclemente, Modele a peleja ardente! Obs: O poema é de autoria da minha irmã MARIA HELENA COSTA, Psicóloga, Psicanalista e tem uma linda família e reside em Belo Horizonte-MG. E tem colaborado com esse Blog com lindos poemas.

Perceber...

Por: Pedro Paulo Costa  Não quero  Que perceba Nada em mim  Coisa alguma  Poderia dar-te  Hoje... Meu desejo  Nada mais é, Senão essa Necessidade  Que trago Refreada em mim,  De sentir  Que teu perfume  Me deixa Sempre  Embriagado... Não repare  O silêncio  Que pode haver  Entre nós  Quando e stou  A te contemplar... Não quero  Que perceba  Que tenho  Fantasiado  Minhas emoções, Deixa teu coração  Bater forte  Repare ao menos  Aquilo  Que sobrou no ar... Não quero  Que perceba  Novamente  Quanto tenho  Suspirado, Deixe-me apenas  Te ver E sem dizer  Palavra alguma, Quero só, e só  O silêncio, Pois nada falarei  Com palavras... Assim, Os meus olhos  Haverão de te dizer  Tudo aquilo  Que não pudesses Perceber Ainda...  . Obs: Esse meu poema está registrado nos meus rascunhos e data de 18/08/1993.

Descoberta...

Por: Pedro Paulo Costa  Descobri Que meu destino  É o hoje... Não deixarei  Pelo vento  Meus planos, Não deixarei  Escapar de mim  Meus sonhos... Não tenho  Medo de errar  Pois, O amanhã  Não me pertence... Descobri, Que são os sonhos  Que me inspiram,  E pelo caminho  Vou deixando rastros E vou deixando  Minhas pegadas... Descobri  Que sou livre  Sou como  Um pássaro, E de galho  Em galho  Meus pensamentos  Voam, Não quero  Me iludir... Vou tentar  Fazer história  Porque  Meus sonhos  Não surgiram, Pra ficarem  Empoeirados  Dentro  De uma gaveta... Descobri  Já faz tempo  Que os dias  Se foram... Os anos  Se passaram, E que os versos  Que fiz  Não foram  De amargura... E acreditem Descobri  Que não houve Ainda alguém  Que não tenha Se encantado,  E g ostado Um pouco  Ou, quem sabe, Um tanto deles......